
Um programa à procura daquele que é sem dúvida o mais original dos cineastas da Nouvelle Vague: Jean-Luc Godard. O cinema é muito mais que a imagem. É som, as próprias imagens podem ser entendidas como sons. A Arte acontece quando esse som que ouvimos ressoa em nós. Parafraseando Godard, o som é uma criação pura do espírito. Um som não é forte porque é brutal, mas porque há uma associação distante de ideias entre o que ouvimos e o que é a nossa percepção da realidade.
Música: Desde a tradição da música sefardita, até György Ligeti e a sua Musica Ricercata, passando por Antoine Forqueray, Orlando di Lasso, e outros.
Sons: Excertos do CD Les Ecrans Sonores de Jean-Luc Godard, e do filme JLG/JLG autoportrait de decembre. E ainda sons do mar, e de motociclos obtidos no freesound archive: BMW e outros.
Locução: Inês Forjaz & António Almeida.
