
Desde há tempos que as minhas andanças para as bandas da RTP estão relacionadas com mais coisas do que o programa.
Quem já ouviu o programa sabe do apreço que tenho pelo material de arquivo e de como ele contribui de forma decisiva para o programa. Dá-me gozo andar entre sons antigos e descobrir pepitas. O verdadeiro antigo, o genuíno e não o postiço que agora anda na moda.
Quando a Inês Forjaz passou a ser a voz do programa rapidamente descobrimos que ambos gostávamos de arquivos. E depois em conversas de fim de tarde na discoteca da RDP com o Eduardo Leite — responsável pelos arquivos da rádio — foi nascendo uma amizade. Uma conversa puxa a outra e às tantas acabamos a delinear um projecto inspirado na experiência









